quarta-feira, 9 de maio de 2018

ALDO MIKAELLI: SAUDADE E UM LIVRO INACABADO por Francisco Souto Neto para o Portal Iza Zilli.



Aldo Mikaelli, heterônimo de Egon Kruse (1940-2018).

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Iza Zilli

Comendador Francisco Souto Neto


ALDO MIKAELLI: SAUDADE E UM LIVRO INACABADO

Francisco Souto Neto


O ano de 2016

Homem de rádio e televisão, Aldo Mikaelli (1940-2018), heterônimo de Egon Kruse, era, antes de tudo, um gentleman. Simbolizava a memória da imprensa falada e televisionada na região paranaense dos Campos Gerais. Escreveu e publicou vários livros, dentre os quais História do Rádio AM de Ponta Grossa. Todos os anos ele mantinha a tradição de comemorar o Dia do Rádio em Ponta Grossa quando reunia, num jantar festivo, centenas de profissionais, familiares e amigos.

FOTO 1 - Livro História do Rádio AM de Ponta Grossa, de Aldo Mikaeli

No ano de 2016 ele telefonou-me para contar que meu pai Arary Souto (1908-1963), que foi diretor de redação do Jornal do Paraná e diretor geral da Rádio Central do Paraná, seria homenageado entre outros radialistas, tanto os já falecidos quanto os ainda vivos, atuantes e aposentados.

Como eu não pude comparecer, pedi a minha sobrinha e afilhada Rossana Souto da Rosa, que reside em Ponta Grossa, para me representar. Ela participou do jantar na companhia do casal Milton Kawakami e Daniela Benato.

Na parede central do restaurante, Mikaelli dispôs três painéis com fotografias dos seus homenageados. Para minha surpresa, Rossana contou-me que num dos painéis, ao lado da foto do meu pai, o radialista dono da festa colocou uma fotografia minha, com meus dados biográficos, que ele – Aldo Mikaelli – encontrou na internet. Este gesto tão amável – o de pictoricamente reunir pai e filho – sensibilizou-me. Abaixo, as fotografias do evento:

FOTO 2 - Minha sobrinha Rossana Souto da Rosa chegando ao restaurante, acompanhada do casal Minton Kawakami e Daniela Benato.

FOTO 3 - Aldo Mikaelli falando sobre Arary Souto na presença de sua neta Rossana Souto da Rosa.

FOTO 4 - Aldo Mikaelli homenageando Osni Gomes, um dos expoentes da História do Rádio no Paraná.

FOTO 5 - Aldo Mikaelli homenageando radialista Álvaro Andrade. Ao fundo, atrás e acima da cabeça de Andrade, estão as fotos de Arary Souto e Francisco Souto Neto.

FOTO 6 - Rossana Souto da Rosa fotografa o detalhe do painel no qual constam as fotos do seu avô Arary Souto e do seu tio e padrinho Francisco Souto Neto, com ênfase nos traços biográficos deste último, que Aldo Mikaelli encontrou na internet.

Ninguém melhor do que Hilário Gomes para falar sobre o trabalho e a personalidade de Aldo Mikaelli, que publicou em seu blog a seguinte notícia:

Blog do Hilário Gomes em 3 de novembro de 2016:


Dia do radialista tem festa em Ponta Grossa

O comunicador Aldo Mikaelli , um dos mais importantes  radialistas de Ponta Grossa , mais uma vez deve mostrar toda sua versatilidade, entusiasmo, senso de companheirismo  e vigor físico na realização de  mais uma festa em homenagem ao Dia do Radialista  que acontecerá  em 7 de novembro na elegante Churrascaria   Estrela  de Prata  na capital dos Campos Gerais . Com certeza será mais uma noite esplendorosa, revestida de sucesso, não só pela homenagem que fará aos maiores nomes do rádio que nos deixaram, como também àqueles que ainda estão entre nós, alguns já aposentados, outros como eu,  ainda  na ativa, em rádio, jornal e televisão. Aldo Mikaelli  já  comandou com muita sabedoria um programa de calouros pela gloriosa e decana Rádio Clube, reviveu as serestas pela TV Esplanada, alegrou os ouvintes  em diversas emissoras   com sua voz suave  e harmoniosa.  O evento do dia 7 marca a carreira dos profissionais da voz, voz que ecoa por trás dos microfones, que  leva sinceridade, entusiasmo, fé, amor e encantamento aos  corações de pessoas jovens, crianças  ou idosas, sem diferenciá-las da cor, sexo, raça, credo ou posição social. Parabéns Mikaelli, que a tua  energia   seja o nosso combustível para  continuar a caminhada de radialistas.


O ano de 2017


No ano seguinte, 2017, compareci ao jantar realizado no Dia do Radialista, quando mais uma vez meu amigo Mikaelli homenageou meu pai e dezenas de outros radialistas, tanto os que continuam entre nós, quanto os que deixaram saudade.

Uma vez mais também eu fui homenageado por Mikaelli, que sabia que eu também tive uma fase atuando na Rádio Estadual, em Curitiba, levando ao ar a minha coluna “Expressão & Arte” que na época fazia grande sucesso veiculada em jornais (o principal deles era o Jornal Indústria & Comércio, quando Aroldo Murá era o diretor de redação) e revistas.

Abaixo, algumas fotografias tiradas naquela ocasião:

FOTO 7 - O convite “Homenagem às vozes que se calaram”. Meu pai, Arary Souto (1908-1963), é o segundo da terceira fila.

FOTO 8 - Painel à entrada do salão.

FOTO 9 - Aspectos do jantar.

FOTO 10 - Aldo Mikaelli com sua bela assistente.

FOTO 11 - Aspectos do jantar.

FOTO 12 - Aspectos do jantar com Lazarotto ao centro.

FOTO 13 - Luiz Fernando Fedeger com familiares.

FOTO 14 - Aspectos do jantar.

FOTO 15 - João Moro Júnior e Milfredo Gonçalves.

FOTO 16 - Rossana Souto da Rosa.

FOTO 17 - Francisco Souto Neto e Rossana Souto da Rosa.

FOTO 18 - Francisco Souto Neto e Aldo Mikaelli.

FOTO 19 - Rossana Souto da Rosa e Aldo Mikaelli.


O que eu não imaginava é que aquele seria o nosso último encontro, e que o grande e querido Aldo Mikaelli já lutava contra um câncer que o levaria do nosso convívio no ano seguinte.


O ano de 2018


No final do ano passado, Aldo contou-me que estava preparando um novo livro que pretendia lançar em 2018, cujo título seria “Notáveis da Nossa História”. Mais uma vez, generosamente, faria constar os traços biográficos do meu pai Arary Souto e também os meus. Enviou-me, entusiasmado, as páginas do livro já compostas. Mandou-me também o estudo para a capa da edição, na qual figuraríamos eu e meu pai entre outros homenageados que ele considerava importantes para a História de Ponta Grossa.

FOTO 20 - As fotografias de Arary Souto e Francisco Souto Neto na capa do livro inacabado, que são a antepenúltima e a penúltima, respectivamente, na ordem concebida por Aldo Mikaelli.

FOTO 21 - Página de Arary Souto no livro inacabado de Aldo Mikaelli.

FOTO 22 - Página de Francisco Souto Neto no livro inacabado de Aldo Mikaelli.

Foi quando comecei a perceber, através de seu mural no Facebook, que algo de estranho passava-se com a saúde do querido amigo. Suas mensagens, entretanto, eram otimistas e ele parecia feliz brincalhão como sempre. Ele encontrava-se em tratamento na cidade de Maringá, hospedado na confortável casa de seu filho.

Por isso, minha surpresa e pesar foram intensos quando eu soube do seu passamento. Ele tinha 78 anos de idade. Apesar da tristeza, tratei de organizar os meus pensamentos na convicção de que homens como Aldo Mikaelli não morrem. Ficam eternamente na memória da cidade pela qual tanto fizeram e nos corações de seus milhares de amigos.

FOTO 23 - Aldo Mikaelli, heterônimo de Egon Kruse (1940-2018).

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

BANCO DO BRASIL versus ATENDIMENTO PORCARIA por Francisco Souto Neto para o Portal Iza Zilli.


 
Símbolo do Banco do Brasil

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Iza Zilli

Comendador Francisco Souto Neto



BANCO DO BRASIL versus ATENDIMENTO PORCARIA

Francisco Souto Neto


Peço ao meu leitor desculpar-me pelo título grosseiro deste artigo. Entretanto, eu não teria motivos para usar de eufemismo. Por isso mesmo, hoje deixo os temas relativos à cultura em sua acepção mais ampla, para relatar um episódio muito desagradável do cotidiano, que me ocorreu no Banco do Brasil.

Banco do Brasil

Para pagar um boleto, procurei pela agência João Gualberto do Banco do Brasil em Curitiba, por ser este o estabelecimento bancário mais próximo à minha residência. Lá chegando, peguei uma senha de “prioritário” e fui sentar-me na saleta de espera ao lado dos caixas. 


Minha senha de atendimento.

Havia umas seis ou sete pessoas aguardando pelo atendimento. E ali permaneci durante algum tempo naquele marasmo, sem que os clientes fossem chamados... até que uma senhora, sentada a meu lado, comentou comigo que estava cansada de esperar e que a demora acontecia por haver apenas um funcionário atendendo nos caixas.

Eu me surpreendi. “Um só funcionário?!”. Levantei-me e fui olhar atrás da parede de vidro opaco que separa os clientes dos caixas. Sim, havia uma só funcionária ali atendendo. Pedi a ela que me desculpasse pela interrupção e perguntei se de fato era somente ela que estava trabalhando naquele atendimento. Respondeu-me que sim.

Naquele ritmo, eu provavelmente teria que esperar por um tempo muito superior ao estabelecido na Lei Estadual n. 13.400 de 2001, a qual dispõe que:

Art. 1º: Fica determinado que as instituições bancárias, financeiras e de crédito, bem como os supermercados, deverão colocar à disposição de seus usuários pessoal suficiente e necessário, no setor de caixa, para que o atendimento seja efetivado em tempo razoável”.

§ único: Entende-se atendimento em tempo razoável, como mencionado no “caput”, o prazo máximo de 20 (vinte) minutos em dias normais e de 30 (trinta) minutos em véspera ou após feriados prolongados.

Saí dali e procurei pelo gerente, que estava ocupado. Um dos funcionários, a quem expliquei a situação, disse-me que eu encontraria, na sala contígua aos caixas, o gerente especial para aquele setor financeiro, a quem chamarei de Sr. A, a quem eu deveria me dirigir para fazer a reclamação. Voltei à funcionária caixa, por sinal simpática e atenciosa, a quem perguntei pelo “gerente dos caixas”, porém ela respondeu que o Sr. A não se encontrava ali, mas que com certeza estaria em algum lugar da agência. Notei que aumentara o número de clientes sentados à espera pelo atendimento.

Voltei ao setor da entrada do Banco, onde perguntei ao guarda se ele tinha visto o Sr. A. Respondeu-me que não o vira sair. Em vista disso, eu mesmo procurei pelo “gerente dos caixas” e vasculhei por todo o recinto... em vão.

Sem outra alternativa, dirigi-me ao gerente geral, o Sr. T, que continuava atendendo ao mesmo cliente. Pedi a ambos que me desculpassem a interrupção, mas eu precisava falar com o Sr. A. O gerente geral respondeu não saber onde se encontrava o gerente dos caixas.

Minha paciência chegara ao limite. Disse ao Sr. T que era inadmissível que apenas uma funcionária-caixa estivesse atendendo aos clientes, e que a agência teria que contar no mínimo com dois ou três funcionários exercendo essa função. E mais: se os funcionários-caixas tivessem faltado por qualquer motivo, o gerente dos caixas teria o dever de substituí-los de modo a desafogar o encalhe do público à espera de atendimento.

O gerente geral, a princípio, tratou-me com indiferença, mas eu lhe fiz saber que iria tomar providências para que o Banco do Brasil aprendesse a agir dentro dos preceitos da Lei e do respeito para com seus clientes. Ele então, mostrando-se gentil, levantou-se e foi procurar pelo gerente dos caixas. Dirigiu-se até mesmo ao setor onde nem os funcionários têm acesso, que é aquela área atrás dos caixas eletrônicos, mas foi tudo em vão.

O Sr. T procurou desculpar-se, dizendo-me que aquela falha era “pontual”, isto é, casual, e que aquilo não costumava ocorrer no dia a dia. Eu retruquei que não me interessava se justamente no dia da falha “pontual” fôssemos vários clientes tendo que esperar por cerca de uma hora para sermos atendidos. Ou não teria aquela agência um plano estratégico para enfrentar uma eventualidade como aquela? Um merecido xingamento àquela agência bancária escapou-me por entre os dentes.

Eu estava profundamente irritado, contrariando as recomendações do meu cardiologista desde o mês passado, quando tive que me submeter a uma angioplastia e ficar em UTI durante 24 horas. Eu poderia processar o Banco do Brasil por danos morais, que seria uma boa punição à instituição bancária, para aprender que clientes não podem ser tratados com tamanha displicência. A Lei existe para ser cumprida. Mas achei melhor não me aborrecer ainda mais, o que aconteceria se resolvesse abrir um processo contra o banco. E considerei que escrever este artigo e publicá-lo na internet surtirá um melhor efeito, porque ficará à disposição de qualquer outro cliente do Banco do Brasil ou de outra instituição bancária que se sinta desrespeitado em seus direitos e procure orientação em um site de buscas através do seu computador.

Voltei à saleta de espera, onde os clientes continuavam sentados com certa resignação, mas com ar de impaciência, e sugeri a todos eles que não se calem. Que, como eu, reclamem e se imponham na defesa aos seus direitos.

Se ao final o gerente Sr. T foi cortês, foi também honesto ao sugerir que eu atravessasse a rua e pagasse o boleto na casa lotérica exatamente em frente ao Banco do Brasil. Ora, eu desconhecia que boletos podem ser pagos em casas lotéricas. Foi o que fiz, e lá os caixas estavam livres, de maneira que a operação não tardou mais do que um minuto. Isto bastou para a minha pressão arterial normalizar.

A medida mais frequente para punir banco relapso, é registrar a reclamação no Procon. Segundo Maros Angilieri, o Procon multa os bancos em R$ 4 mil por tempo de espera dos clientes. Os bancos Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil, HSBC e Santander foram recentemente multados, cada um, em aproximadamente R$ 672 mil reais.

Banco Santander

Bem a propósito, no segundo semestre do ano passado tive também um episódio desagradabilíssimo no Banco Santander, agência João Gualberto, porém na ocasião desisti de perder tempo com reclamações. Errei ao não reclamar. Enquanto os funcionários do Banco do Brasil neste episódio foram corteses apesar das falhas, no Santander as funcionárias e uma gerente mostraram-se tremendamente mal educadas. Se na ocasião eu tivesse feito uma denúncia, como agora, sem dúvida teria ajudado aos clientes que passam por situações semelhantes e ficam sem saber como reagir ao oportunismo, ao desrespeito pelos usuários e à burla à lei praticados sem qualquer constrangimento por alguns estabelecimentos bancários.
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segunda-feira, 26 de março de 2018

ACADEMIA DE LETRAS JOSÉ DE ALENCAR: PRIMEIRA REUNIÃO DE 2018 - Por Francisco Souto Neto para o Portal Iza Zilli.


Reunião dos acadêmicos em março de 2018, nesta “selfie” feita por Vera Lúcia Rauta: em pé, Hamilton Bonat, Anita Zippin, Charyana Gamballe Correia, Tânia Rosa Ferreira Cascaes, Josane Cavallin e Arioswaldo Trancoso Cruz. Sentados: Rubens Faria Gonçalves, Dione Mara Souto da Rosa e Francisco Souto Neto.

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Iza Zilli

 
Comendador Francisco Souto Neto



ACADEMIA LETRAS JOSÉ DE ALENCAR:

PRIMEIRA REUNIÃO DE 2018.

Francisco Souto Neto


No dia 21 do corrente reuniu-se pela primeira vez no ano de 2018 a Academia de Letras José de Alencar – ALJA, no Palacete dos Leões, sob a presidência de Anita Zippin e com a presença dos seguintes sócios: Adriano Siqueira, Arioswaldo Trancoso Cruz, Charyana Gamballe Correia, Dione Mara Souto da Rosa, Francisco Souto Neto, Hamilton Bonat, João Carlos Bonat, Josane Cavallin, Noilves Araldi, Rubens Faria Gonçalves, Sandra Moreira, Tânia Rosa Ferreira Cascaes, Valter Cardoso e Vera Lúcia Rauta.

Anita Zippin abriu a reunião enaltecendo os colegas acadêmicos que, mesmo sem a atividade formal da Academia desde novembro do ano passado, continuaram envolvidos com atividades culturais.
A acadêmica Tânia Rosa Ferreira Cascaes informou que no próximo dia 24 de maio será realizado um simpósio na OAB, por parte do Lions Clube Batel associado a outras instituições, sob o tema “Pessoa Idosa – Século XXI”, e pediu que compareçamos, demonstrando que estimulamos todos a escrever, a criar, e que apoiamos a iniciativa da OAB. A presidenta Anita Zippin alinhavou o assunto, repetindo o “slogan” que sugeriu ao Rotary: “Adote um velho e transforme-o num idoso feliz”.
Francisco Souto Neto, empossado Secretário Geral da ALJA, leu a ata da reunião de outubro de 2017, e Rubens Faria Gonçalves, eleito e empossado diretor 2º Secretário, leu a ata da reunião magna de novembro de 2017.

Muitos assuntos foram tratados pela diretoria da ALJA, e propostos e aprovados os nomes de dois novos associados: Gamaliel Seme Scaff, por Anita Zippin, e Nicole Sigaud por Francisco Souto Neto. Esses assuntos vão especificados na ata lavrada no dia 21 de março de 2018, que pode ser lida, logo após as fotografias abaixo, depois das mencionadas atas de outubro e novembro de 2017.

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As fotografias abaixo foram tiradas com a câmera de Vera Lúcia Rauta:

FOTO 1 – Reunião dos acadêmicos em março de 2018, nesta “selfie” feita por Vera Lúcia Rauta: em pé, Hamilton Bonat, Anita Zippin, Charyana Gamballe Correia, Tânia Rosa Ferreira Cascaes, Josane Cavallin e Arioswaldo Trancoso Cruz. Sentados: Rubens Faria Gonçalves, Dione Mara Souto da Rosa e Francisco Souto Neto.

 FOTO 2 – “Selfie” de Vera Lúcia Rauta.

FOTO 3 – Arioswaldo Trancoso Cruz com seu novo livro nas mãos de Anita Zippin.

FOTO 4 – João Carlos Bonat, Adriano Siqueira, Noilves Araldi e Rubens Faria Gonçalves com o livro de Arioswaldo Trancoso Cruz.

FOTO 5 – À esquerda, de perfil, Anita Zippin presidindo a reunião.

FOTO 6 – Adriano Siqueira, Noives Araldi, Rubens Faria Gonçalves e Dione Mara Souto da Rosa.

FOTO 7 – Rubens Faria Gonçalves lendo um poema.

FOTO 8 – Tânia Cascaes e Anita Zippin.

FOTO 9 – O livro de Noilves Araldi.

FOTO 10 – Vera Rauta e Josane Cavallin.

FOTO 11 – Valter Cardoso, Josane Cavallin e João Carlos Bonat.

FOTO 12 – Dione Mara Souto da Rosa, Francisco Souto Neto e Tânia Cascaes.

FOTO 13 – Tânia Cascaes com o livro Antologia dos Acadêmicos.

FOTO 14 – Anita Zippin e Sandra Moreira.

FOTO 15 – Hora do lanche...

 
FOTO 16 – Hora do lanche...

FOTO 17 – Ata de outubro de 2017 (página 1).

            FOTO 18 – Ata de outubro de 2017 (página 2).

FOTO 19 – Ata da reunião festiva de novembro de 2017.

FOTO 20 – Ata da reunião de março de 2018 (página 1).

FOTO 21 – Ata da reunião de março de 2018 (página 2).


FOTO 22 - Carta dirigida pela ALJA ao artista plástico Juarez Machado.

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