sábado, 14 de fevereiro de 2026

CRUZEIRO A BORDO DO MSC PREZIOSA EM DEZEMBRO DE 2025 PELO LITORAL BRASILEIRO por Francisco Souto Neto

CRUZEIRO A BORDO DO MSC PREZIOSA EM DEZEMBRO DE 2025 PELO LITORAL BRASILEIRO 


Francisco Souto Neto aos 82 anos.


CRUZEIRO A BORDO DO MSC PREZIOSA EM DEZEMBRO DE 2025 PELO LITORAL BRASILEIRO 


Os viajantes Francisco Souto Neto e Rubens Faria Gonçalves prestes a embarcar no MSC Preziosa



Eu e meu amigo Rubens Faria Gonçalves viajamos primeiro de Curitiba a Santos. Como não há voos entre a capital do Paraná e a cidade portuária de Santos, e querendo evitar a capital de São Paulo, fizemos a viagem de ônibus pelo litoral do Estado. Em Santos, esperavam-nos na estação rodoviária os sobrinhos do Rubens, Denis Faria Luup e Tati Luup, que nos levaram ao Hotel Ibis Praia, de frente para o mar, que fica a 50 metros da residência do casal, na Rua Pindorama. Denis e Tati são muito carinhosos para com o Rubens, e de uma atenção que raramente se vê entre tios e sobrinhos. A cidade de Santos está toda enfeitada para as festas natalinas e lá tiramos fotografias muito bonitas.

Nos jardins da praia, em frente ao hotel onde nos hospedamos.

Nos jardins da praia, em frente ao hotel onde nos hospedamos.

Nos jardins da praia, em frente ao hotel onde nos hospedamos.

Denis e Tati Luup, sobrinhos do Rubens.

Eu entre Tati e Denis tomando sorvete num shopping center.

A praia vista da janela do nosso apartamento.

Na esquina da Av. Washington Luiz (canal 3) com a Av. Vicente de Carvalho, localiza-se o famoso residencial Edifício Palacete São Paulo, o primeiro prédio alto construido em Santos e inaugurado entre os anos de 1920 e 1930. É um prédio maravilhoso, já centenário.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas.

Nos jardins da praia de Santos, vamos apreciar as decorações natalinas. No dia seguinte embarcaríamos no navio MSC Preziosa rumo a Salvador da Bahia... 






No fim da manhã do dia 23 Denis e Tati levaram-nos ao porto de Santos para o nosso embarque. Achamos o embarque muito bem organizado. Embora a partida do Preziosa estivesse marcado para as 18 horas, passamos a tarde conhecendo a embarcação de 17 decks (“andares). Nossa cabine foi a de nº 13116, no 13º deck, a dois metros do hall dos elevadores. No 14º deck localizam-se dois enormes restaurantes informais, onde o passageiro encontra “comidas” (salgados e doces) a qualquer hora que desejar. O nosso restaurante formal (a la carte) foi o Lobster, no 6º deck. Para fazer jus ao nome, o prato principal do primeiro jantar foi lagosta. Só não gostei do seguinte: as suítes localizam-se nos dois últimos decks e lá eles têm espaços privativos. O grande mérito dos navios de cruzeiro do passado, aqueles que conheci nos bons tempos, haviam abolido as “difererenças de classe” e tanto o passageiro das suítes (e nós várias vezes viajamos em suítes) quanto o das cabines mais simples fazíamos as refeições num mesmo restaurante. Agora os passageiros das suítes têm restaurante próprio e o cardápio apresenta sugestões bem mais interessantes do que os das outras cabines. Enfim, estes são os tempos atuais. O restante do primeiro dia de navegação, e o segundo dia, seriam todos em alto mar. No 3º dia teríamos a primeira parada fundeados em Ilha Grande, no Estado de São Paulo. Adiante, as fotografias que tiramos a bordo nos primeiros dias do cruzeiro.

O embarque no MSC Preziosa.

O enorme MSC Preziosa.

Durante a tarde, com o navio ainda ancorado no porto de Santos, o Rubens fotografa-me comendo qualquer coisa no restaurante que fica permanentemente aberto, tipo "self service", para que os passageiros possam comer algo a qualquer hora, do dia à noite.

Sentado numa das camas da nossa cabine.

O Preziosa começa a deixar o porto, e da nossa sacada observamos os belos prédios de Santos.

O Preziosa começa a deixar o porto, e da nossa sacada observamos os belos prédios de Santos.

O Preziosa começa a deixar o porto, e da nossa sacada observamos os belos prédios de Santos.

Passamos ao lado desta embarcação.

Passamos ao lado desta embarcação.

Barcos passam próximos ao nosso navio.

Passamos pelos belos prédios de Santos.

Uma das lanchas que guiam o Preziosa até a saída do porto.
A cidade de Santos vai ficando cada vez mais longe. O prédio que nesta foto está mais iluminado pelo Sol, e que tem em seu topo um tipo de triângulo de lado e vazado, é parte do complexo do Ibis Hotel e que fica a 50 metros do apartamento de Tati Luup e Denis, na Rua Pindorama (a entrada ao hotel faz-se pela Av. Washington Luiz e também pela Av. Vicente de Carvalho).
A cidade de Santos vai ficando cada vez mais longe.
A cidade de Santos vai ficando cada vez mais longe.
Com o zoom da câmera, fotografo a Ilha Porchat.
...e Santos vai desaparecendo na distância enquanto o Sol se põe.

Rubens observando o pôr-do-Sol.

O Sol vai desaparecendo no horizonte...

...e cai a noite.

Após o jantar, num dos salões... e eu aprendendo a usar o telefone celular.
Aqui estou subindo uma das escadas feitas com fragmentos de cristal Swarovski.
Eu fotografo um oficial no navio descendo a escada de fragmentos de cristal Swarovski.

O caminho para o cassino (só para olhar, porque nós não jogamos)

Eu numa das belas escadarias do navio.

Decoração natalina.

Eu na salinha da nossa cabine.
No dia seguinte chegaríamos a Ilha Grande, SP.




No roteiro do Preziosa, o primeiro destino foi a Ilha Grande, no litoral paulista, um destino que não me interessava absolutamente. Por isso não desci do navio e Rubens acompanhou-me. Foi um dia tranquilo à sombra do Preziosa quase vazio, e com os passageiros supostamente esturricando-se ao sol da praia.
O dia seguinte foi a véspera do Natal em alto mar. Nos cruzeiros que fizemos na Europa, traje formal era exigido em certas ocasiões. Este foi o nosso primeiro cruzeiro na costa brasileira, mas fomos com malas pequenas e não levamos gravatas, nem terno, nem blazer, mas somente uma calça formal e uma camisa tradicional, pois estávamos dispostos a simplificar a viagem. Tivemos a sorte de nos ter sido destinada uma mesa para apenas duas pessoas – e assim não precisamos confraternizar com ninguém – o que foi ótimo. Na mesa ao lado, para quatro pessoas, o rapaz do casal mais jovem foi de bermuda e sandálias de dedo. Além disso, sentava-se sobre uma perna, e do pé “no ar” desprendeu-se a saldália, tendo ficado à mostra o calcanhar meio encardido. Enfim, nada a criticar, pois são coisas dos novos tempos. O navio passou dois dias viajando desde Ilha Grande em direção ao nosso destino principal, que viria a ser Salvador da Bahia.

No dia 24, véspera do Natal, o Preziosa fica fundeado longe do povoamento de Ilha Grande que se avista nesta foto. Para nós, seria um passeio sem sentido porque vale apenas para quem quer andar em trilhas até ao alto do morro ou, dali da praia, sair em pequenos barcos para um passeio costeando as praias (não povoadas) da ilha.

Estes são os "tenders" que ficam indo e vindo, levando e trazendo os passageiros interessados em desembarcar.

Fim de tarde: os "tenders" trazem os passageiros de volta e então o Preziosa navegará durante dois dias em direção a Salvador da Bahia.

Passageiros sendo torrados pelo Sol tropical ao lado de uma das piscinas.

O Sol se põe.
 

O começo da noite.

Em nossa mesa para apenas duas pessoas, fotografo o Rubens com o cardápio.

Rubens fotografa-me.

Eu já havia começado a comer a lagosta, quando resolvi fotografá-la. O resultado foi nada bom, porque a lagosta não era grande e assemelhava-se a uma bruta barata cascuda. Apesar disso, o sabor era bom.

O Rubens descendo a escada central do teatro do navio.

Lá vai o Rubens buscando dois lugares para nós.

Esta foto dá a ver as enormes dimensões do teatro.

O show.

.
Aqui, num dos principais salões do navio, um conjunto musical tocava e cantava músicas natalinas.

Faço uma "selfie".

No cassino.

No cassino.

Nós não gostamos de jogar, mas de apenas fotografar nas luzes multicores do local.

Eu me fotografo entre as camas da cabine.

Eu me fotografo entre as camas da cabine.

Na parte mais alta do navio.

Na parte mais alta do navio.

Na parte mais alta do navio.

Na parte mais alta do navio.

Nosso banheiro.

Jantar do dia 25, Natal.

Jantar do dia 25, Natal.

Num dos elevadores.

Selfie.

...em vários idiomas no banheiro.

Nova foto no banheiro.

A plateia para assistir ao stand up. Eu não gosto muito, mas o artista era bom.

O stand up é do curitibano Diogo Portugal. Na manhã seguinte, dia 26, chegaríamos a Salvador da Bahia.




Passados dois dias de navegação em alto mar, após a parada em Ilha Grande, chegamos a Salvador da Bahia. Eu lá estive há 56 anos e encontrei uma parte da cidade completamente modernizada. Entretanto, a parte histórica permanece intacta. O ônibus que nos esperava no porto para levar-nos em excrusão de 6 horas pela cidade era ótimo, com ar condicionado e dotado de banheiro. O guia foi inteligente e perspicaz. Vimos os principais pontos históricos, como poderá ser constatado nas fotografias abaixo. Só me decepcionei com o Mercado Modelo, sem baianas vendendo acarajés. Aliás, restaurantes em toda parte vão numerosos, mas não há barracas ou “vendinhas” de acarajé, como existiam no passado.
Salvador é uma cidade interessantíssima. Retornamos ao navio para o jantar e então o Preziosa zarpou começando o retorno rumo ao Sul. Os próximos dois dias seriam de navegação, para no terceiro dia chegarmos a Búzios, RJ.

Na sacada da nossa cabine, Rubens fotografa-me com a cidade de Salvador despontando no horizonte.

Na manhã do dia 26 o Preziosa aproxima-se de Salvador da Bahia, onde estive pela primeira vez em 1969.

O aspecto moderno de Salvador, com edifícios de mais de 40 andares, é uma novidade recente.

A moderna Salvador.

Muito ao longe, a cidade antiga de Salvador, onde localizo o Elevador Lacerda na sua verticalidade.

Nossa cabine ainda desarrumada pela manhã. Nem mostrei a salinha em primeiro plano porque o sofá estava com as nossas malas escancaradas, como se elas estivessem cheias de badulaques.

Da nossa cabine, fotografo a Cidade Alta cheia de torres de igrejas.




















Aqui, nas imediações do porto, vejo o casario antigo ao alto e prédios mais modernos abaixo.
Subimos ao convés e fotografei o contraste do navio, que tem 17 decks (andares), mais alto do que os prédios a beira-mar nesta região.

Nosso primeiro passeio foi ao Farol da Barra.
Eu de chapéu para proteger-me do Sol fortíssimo no Farol da Barra.
Demos uma completa volta ao farol.

O mar ao redor da área do Farol da Barra.

De frente para o Farol da Barra está o Edifício Oceania que, ao ser inaugurado em 1943 (ano em que eu nasci) era o prédio mais alto da cidade. "Famosos" compraram apartamentos aí, e atualmente é muito raro que algum dos proprietários queira vender os enormes e cobiçados apartamentos.

Rubens em frente ao Farol da Barra.

Eu em frente ao Farol da Barra.

Em seguida visitamos a Igreja do Senhor do Bonfim, justamente no dia do Senhor do Bonfim, quando "toda a população" de Salvador quer vir às suas missas. A região ficou com o trânsito congrestionado e foi difícil entrar na igreja, onde fiz a fotografia acima.

O Rubens no interior da Igreja do Senhor do Bonfim, preparando seu celular para fotografar.

Impressionou-me muito o teto. Mas a igreja é toda riquíssima.

Fora da igreja, na sua cerca, estão milhares de fitinhas (não sei o nome correto) aí amarradas por devotos.

As fitas ao vento.

Fotografei a fachada da Igreja do Senhor do Bonfim.

Rubens na cerca de fitas.

Rubens na cerca de fitas.

Eu na cerca de fitas.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

No caminho do ônibus da nossa excursão em direção ao Pelourinho, impressionei-me com o absurdo do emaranhado de fios elétricos. De dentro do ônibus em movimento eu fotografei alguns postes, mas sempre que passava pelos mais entulhados, não tive tempo para fotografar.

Aqui embaixo, o "Camelódromo"; atrás, no horizonte, as favelas. O guia da excursão disse-nos que 80% da população de Salvador vive em favelas. E que 80% é também a porcentagem de afrodescendentes. Falou ainda que só agora as populações mais pobres estão tendo maior atendimento pelas infraestruturas urbanas e que o VLT, em construção, visa sobretudo a locomoção dos residentes em regiões carentes.

Rubens do Pelourinho.
Eu, Francisco Souto Neto, no Pelourinho. Curioso o detalhe do oriental ao lado, também passageiro do navio, em excursão.
No ano de 1969 (portanto, há distantes 56 anos), quando fui a Salvador, conheci o Padre Manuel Souto Lemos, filho da caçula do Visconde de Souto. Na foto acima, ele levou-me ao Pelourinho e a todos os pontos turísticos de Salvador. Na foto, o Padre Lemos e eu, Francisco Souto Neto.

Eu no Pelourinho.

Aqui fotografei a parte mais alta do Pelourinho.

Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
Andando pelas ruas que levam ao Largo Terreiro de Jesus (Praça 15 de Novembro), no coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.
No coração do Centro Histórico, onde se encontram pelo menos quatro igrejas históricas importantes, incluindo a Catedral Basílica, a Igreja de São Francisco, a Igreja da Ordem Terceira e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, formando um conjunto arquitetônico e religioso riquíssimo.

O guia do nosso grupo leva-nos ao Elevador Lacerda, aqui na Cidade Alta, para descermos à Cidade Baixa onde se localiza o porto e onde nosso navio estava à nossa espera.

Na fila para descermos à Cidade Baixa pelo famoso Elevador Lacerda.

Na fila para descermos à Cidade Baixa pelo famoso Elevador Lacerda.

Já no andar térreo, os dois elevadores Lacerda.

O Elevador Lacerda fotografado por mim.

Atrás de mim, o Elevador Lacerda.

Eu e o Elevador Lacerda em 1969.

O ônibus que nos leva de volta ao porto. À esquerda, o MSC Preziosa.

Reembarcando no MSC Preziosa.

O MSC Preziosa.

A lateral do navio.

A localização da sacada da nossa cabine. No andar de cima, o imenso restaurante self service.

Nesta planta do 13º deck (andar) do Preziosa, no desenho da parte de cima a região onde se encontra a nossa cabine 13116 é mostrada com as tintas esmaecidas. Mas no desenho abaixo, é essa mesma região acima esmaecida, mas aqui embaixo com cores firmes e o desenho ampliado, vê-se a localização da cabine 13116, que é maior do que a maioria das cabines, e também tem a sacada mais espaçosa.

O Rubens esperando-me para reembarcarmos.

Aqui está a entrada do nosso restaurante (que se estende por dois andares).

Nossa mesa nº 704, de apenas dois lugares, exatamente como queríamos. No tocante ao cardápio, eu pensava que quando singrássemos os mares da Bahia teríamos um cardápio com pratos baianos... que triste engano, pois isso não aconteceu.

 

Lembrança da nossa mesa no restaurante.

Lembrança da nossa mesa no restaurante.

Anoitece,




O percurso de Salvador da Bahia a Búzios levaria duas noites de navegação. Ocorreu, entretanto, um triste incidente com um passageiro: ele sofreu um ataque cardíaco e isto obrigou o Comandante a desembarcar o doente na cidade mais próxima que, no caso, seria Vitória do Espírito Santo. Assim, o Preziosa navegou até perto do porto da capital capixaba, um barco-ambulância foi até ao navio e levou o pobre passageiro para tratamento de urgência num hospital do Espírito Santo. Tirei esta fotografia noturna mostrando a cidade de Vitória no horizonte. Em seguida o Preziosa retornou ao alto mar com destino a Búzios, onde chegamos às 10 horas da manhã do dia 28 de dezembro. Desembarcamos num tender, que nos levou ao píer da referida cidade.
Fazia um calor enorme com o Sol a pino, mas mesmo assim passeamos primeiro na Praia dos Ossos e depois fomos à Orla Bardot procurando pela estátua de Brigitte Bardot. A história de Bardot é a seguinte: no dia 7 de janeiro de 1964 a atriz chegou ao Rio na companhia do playboy Bob Zagury que tinha um apartamento na Av. Atlântica. Brigitte ficou quatro meses no Brasil e durante esse tempo foi com o namorado para Búzios, onde permaneceu por uma longa temporada. Fotografias da atriz em Búzios correram o mundo e o lugar ficou conhecido como o santuário da musa francesa. A partir de então o lugarejo começou a ser frequentado por celebridades, embora ali já tivesse se hospedado o presidente Juscelino Kubitschek.
Quando começamos a procurar pela estátua em bronze de Brigitte Bardot, perguntei a um casal (por acaso também passageiros do Preziosa) se estávamos no caminho certo para encontrarmos a estátua da atriz, o rapaz respondeu que sim, e acrescentou que naquela manhã Brigitte havia falecido. Foi para nós uma triste surpresa e uma coincidência que estivéssemos procurando pela estátua da atriz justamente no dia de sua morte. Encontramos a estátua, já cheia de flores ali deixadas por fãs.
À noite jantamos na mesa que foi exclusivamente nossa durante todo o cruzeiro. Ao amanhecer chegamos a Santos. O desembarque foi magnificamente organizado pela MSC. Estava à nossa espera um ótimo “transfer” num ônibus leito da CCWEISS que nos trouxe diretamente a Curitiba. O inconveniente foi que o ônibus faz seu ponto final, em Curitiba, no último quarteirão da Av. Anne Frank, no bairro Boqueirão, numa garagem sem nenhuma assistência por parte da empresa. Anoiteceu e o táxi que chamamos demorou muito para chegar, enquanto aguardávamos na calçada sem movimento de pessoas, temerosos por algum assalto. O conforto do transporte não compensa a falta de assistência num ponto final tão distante do centro de Curitiba.
Mas o cruzeiro a bordo do MSC Preziosa foi ótimo, exceto por dois aspectos: 1º, quanto aos shows no enorme e belo teatro, foram quase sempre apresentados pelos mesmos artistas, mas todos cantando somente em inglês. Até “Aquarela do Brasil” (“Bahia”) foi cantada em inglês. Nem quando navegamos em mares da Bahia a música baiana foi lembrada. 2º - Quanto aos restaurantes, eu pensava que quando singrássemos os mares da Bahia teríamos um cardápio com pratos baianos... que triste engano.

Rubens no café da manhã no restaurante "self service" do 14º deck.

As paredes externas dos restaurantes "self service" do 14º deck são de vidro do chão ao teto.

Observando as ondas 14 andares abaixo.

Café da manhã.

Nos balcões das cabines abaixo da nossa sacada, apenas uma passageira... de costas para o mar.

Show de circo, o melhor de todas as apresentações assistidas diariamente por nós, da plateia do teatro. Quanto aos demais shows no enorme e belo teatro, foram quase sempre apresentados pelos mesmos artistas, mas todos cantando somente em inglês. Até “Aquarela do Brasil” (“Bahia”) foi cantada em inglês. Nem quando navegamos em mares da Bahia a música baiana foi lembrada.

O espetáculo do circo, até com acrobatas, foi maravilhoso. Quanto aos shows no enorme e belo teatro, foram quase sempre apresentados pelos mesmos artistas, porém todos cantando somente em inglês. Até “Aquarela do Brasil” (“Bahia”) foi cantada em inglês. Nem quando navegamos em mares da Bahia a música baiana foi lembrada.

O percurso de Salvador da Bahia a Búzios levaria duas noites de navegação. Ocorreu, entretanto, um triste incidente com um passageiro: ele sofreu um ataque cardíaco e isto obrigou o Comandante a desembarcar o doente na cidade mais próxima que, no caso, seria Vitória do Espírito Santo. Assim, o Preziosa navegou até perto do porto da capital capixaba, um barco-ambulância foi até ao navio e levou o pobre passageiro para tratamento de urgência num hospital do Espírito Santo. Tirei esta fotografia noturna mostrando a cidade de Vitória no horizonte. Em seguida o Preziosa retornou ao alto mar com destino a Búzios, onde chegamos às 10 horas da manhã do dia 28 de dezembro. Desembarcamos num tender, que nos levou ao pier da referida cidade.

Sempre muita gente ouvindo músicas e dançando ao redor da piscina. 

Sempre muita gente ouvindo músicas e dançando ao redor da piscina. 

Pessoas no convés, observando a movimentação ao redor da piscina. 

Local para diversões cibernéticas. 

Local para diversões cibernéticas. 

Local para diversões cibernéticas. 

Pela manhã do dia 28 chegamos a Búzios. 

Como não existe porto em Búzios para o navio atracar, este fica fundeado no mar enquanto os tenders (como o da foto) transporta os passageiros ao pier. 

Em terra firme, fotografo o nosso navio fundeado esperando plo nosso retorno. 

Em Búzios. 

Com o MSC Preziosa ao fundo. 

Em frente a uma igrejinha histórica, duas mulheres oram encostadas na porta fechada. 

Escultura em frente à igrejinha. 

Numa das praias. 

Bela casa e o bem inspirado recado do seu proprietário para os turistas. 

Detalhes escultóricos nos jardins da bela casa. 

Na Praia dos Ossos. Na internet encontra-se a explicação para o nome dessa linda praia. 

Um antiquário. 

Francisco Souto Neto e a bela escultura em madeira que evoca a caminhada das belas garotas na praia. 

E lá vai ela... 

Uma escultura. 

Encontramos a escultura de Brigitte Bardot. Quando começávamos a procurar pela estátua em bronze de Brigitte, perguntei a um casal (por acaso também passageiros do Preziosa) se estávamos no caminho certo para encontrarmos a estátua da atriz, o rapaz respondeu que sim, e acrescentou que naquela manhã Brigitte havia falecido. Foi para nós uma triste surpresa e uma coincidência que estivéssemos procurando pela estátua da atriz justamente no dia de sua morte. Encontramos a estátua, já cheia de flores ali deixadas por fãs. 

Rubens e a estátua de Brigitte Bardot, a atriz que por coincidência morreu naquele dia em que lá estivemos, em 28.12.2025. 

Eu e a estátua de Brigitte Bardot. 

A história de Bardot é a seguinte: no dia 7 de janeiro de 1964 a atriz chegou ao Rio na companhia do playboy Bob Zagury que tinha um apartamento na Av. Atlântica. Brigitte ficou quatro meses no Brasil e durante esse tempo foi com o namorado para Búzios, onde permaneceu por uma longa temporada. Fotografias da atriz em Búzios correram o mundo e o local ficou conhecido como o santuário da musa francesa. A partir de então o lugar começou a ser frequentado por celebridades, embora ali já tivesse se hospedado o presidente Juscelino Kubitschek. 

Embora Brigitte Bardot tivesse morrido poucas horas antes de visitarmos sua estátua em Búzios, esta já estava cheia de flores ali depositadas por seus fãs. 

Dentro d'água, as esculturas de três pescadores, tendo o nosso navio ao fundo. 

Eu e a estátua do presidente Juscelino Jubitschek, que esteve em Búzios antes da visita de Brigitte Bardot. E eu, é claro, fui cumprimentar o presidente do Brasil que eu tanto admirei no passado. E assim encerramos a visita a Búzios, retornando ao navio que na manhã seguinte chegaria a Santos, final do cruzeiro. 

O tender transportando-nos de volta ao Preziosa que na manhã seguinte nos devolveria a Santos. 

Na manhã de 29.12.2025 vejo a cidade de Santos despontar no horizonte.

Identifiquei e fotografei a Ilha Porchat. 

Aproximamo-nos de Santos. 

No café da manhã, observamos a chegada do navio ao porto de Santos.

No café da manhã, observamos a chegada do navio ao porto de Santos.
Próximos ao desembarque.

No porto de Santos estava à nossa espera um ótimo “transfer” num ônibus leito da CCWEISS que nos trouxe diretamente a Curitiba. O inconveniente foi que o ônibus faz seu ponto final em Curitiba no último quarteirão da Av. Anne Frank, no Boqueirão, numa garagem sem nenhuma assistência por parte da empresa. Anoiteceu e o táxi que chamamos demorou muito para chegar, enquanto aguardávamos na calçada sem movimento de pessoas, temerosos por algum assalto. O conforto do transporte não compensa a falta de assistência num ponto final tão distante do centro de Curitiba.

No porto de Santos estava à nossa espera um ótimo “transfer” num ônibus leito da CCWEISS que nos trouxe diretamente a Curitiba. O inconveniente foi que o ônibus faz seu ponto final em Curitiba no último quarteirão da Av. Anne Frank, no Boqueirão, numa garagem sem nenhuma assistência por parte da empresa. Anoiteceu e o táxi que chamamos demorou muito para chegar, enquanto aguardávamos na calçada sem movimento de pessoas, temerosos por algum assalto. O conforto do transporte não compensa a falta de assistência num ponto final tão distante do centro de Curitiba.


PARTE 6 – De 21 a 31/12/2025 - VOLTAMOS A CURITIBA.


NÃO CEIA, MAS UM SIMPLES LANCHE DO RÉVEILLON 2025/2026. – Ainda cansados da viagem até Salvador da Bahia, em vez uma ceia no réveillon 2025/2026, fizemos um simples lanche com alguns alimentos comprados em supermercado. Por último, as fotografias que tirei da bela queima de fogos promovida pelo Hard Rock Café, que congestionou o trânsito na esquina. Hóspedes do Hotel Pestana, na piscina da cobertura no 18º andar, observavam a queima de fogos do Ano Novo. Na última fotografia, finda o ano 2025 e amanhece o ano 2026.

 Ainda cansados da viagem até Salvador da Bahia, em vez uma ceia no réveillon 2025/2026, fizemos um simples lanche com alguns alimentos comprados em supermercado. Por último, as fotografias que tirei da bela queima de fogos promovida pelo Hard Rock Café, que congestionou o trânsito na esquina. Hóspedes do Hotel Pestana, na piscina da cobertura no 18º andar, observavam a queima de fogos do Ano Novo.








A janela entreaberta deixa ver que chovia à meia-noite, o que não atrapalhou a queima de fotos do Hard Rock Café.

Os hóspedes do Hotel Pestana sobem ao 20º andar do prédio, onde se localiza a piscina aquecida, para de lá poderem ver melhor a queima de fogos do Hard Rock Cafe.





Foi-se o ano de 2025. O clarão de amanhecer do primeiro dia de 2026 dá-nos desejar um novo ano mais feliz para compensar as recentes  tristezas e perdas de queridos parentes e amigos.

 
FIM


FIM DAS FOTOGRAFIAS TIRADAS PELO SOUTO OU COM SUA CÂMERA.

AS FOTOGRAFIAS ABAIXO SÃO TODAS TIRADAS PELO RUBENS OU COM SUA CÂMERA.



























































FIM

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